BIODEGRADÁVEIS

O que mais se tem debatido nos tempos atuais é sobre o aumento exorbitante das embalagens plásticas e seu impacto no meio ambiente. Sabemos que elas são as principais responsáveis pelo abarrotamento nos aterros sanitários e também nos lixões, causando um gigantesco problema para a sociedade.

Nos últimos anos, países em todo o mundo têm reconhecido a necessidade de reduzir a quantidade desses materiais plásticos que são descartados e/ou desperdiçados. Cada tipo de embalagem possui características que atingem o meio ambiente de forma única – negativa ou positivamente. Mas você sabe como surgiu o plástico? Os plásticos foram criados para promover saúde, conforto e preservação de alimentos, porém, os mesmos levam até 300 anos para de degradarem. Quando falamos em degradação plástica, estamos falando de processos químicos – como radiação UV e H2O. Como sabemos, ele não é um recurso natural, ou seja, não está presente de forma pronta na natureza, é resultado de experimentos químicos. O plástico ocupou um papel de destaque em questão de tempo: em 1950, a produção mundial de 1,5 milhões de toneladas para 265 milhões de toneladas em 2010.

Desde o início do seu uso, principalmente nas indústrias, o homem notou o seu potencial e começou a aperfeiçoa-lo.

E, desde então, vêm se descobrindo novas possibilidades para variar as características do plástico.

Atualmente, o material mais utilizado é o biodegradável, e com o avanço da poluição no planeta, optar por um produto deste tipo é uma das melhores alternativas, principalmente em questão de reduzir os danos ambientais. Esse material é formado por componentes que são facilmente decompostos, de maneira que praticamente não restam resíduos para prejudicar a natureza e os seres vivos.

Para ser considerado biodegradável, um material ou produto plástico deve atender a algumas normas internacionais, e, comprovar suas prioridades por meio de destes em laboratórios certificados. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, produtos biodegradáveis são compostos por agentes tensoativos aniônico, que são mais suscetíveis à decomposição, em pelo menos 80%, ou seja, quando descartado no meio ambiente, se decompõe mais rápido e causando menos impacto.

A biodegradação é aferida por meio da relação entre a quantidade de biogás (CO2 – dióxido de carbono, e CH4 – metano) emitida pelo processo de biodigestão do plástico e sua perda de massa após um período de tempo (ASTM D5511) – ISO DIS 15985, esta metodologia de testes se assemelha à condições de aterros sanitários, local onde, seguramente, os plásticos (inservíveis à reciclagem e reuso) devem ser encaminhados.

Plásticos convencionais não sofrerão ataque de bactérias em aterros, ficando mumificados e ocupando espaço eternamente.

Lembra do tópico que fala sobre radiação UV? Então, ela e o H2O não existem debaixo de toneladas de lixo compactado.

Mas qual a solução? Banir os plásticos? Bom, banir os plásticos é o mesmo que banir todo o nosso desenvolvimento em controle de vetores, doenças, economia de água, luz e preservação de alimentos.

Então qual seria? EcoPure! A tecnologia patenteada que promove a biodegradação dos plásticos. EcoPure devolve a parte orgânica aos plásticos que foram perdidas em seu processo de criação. Plástico com EcoPure tem sua produção de vida útil semelhante ao comum, porém, uma vez em contato com bactérias, ela sofrerá ação das mesmas que o utilizarão como alimentos. Mas enquanto você estiver utilizando, eles continuarão íntegros, sem perder suas propriedades de uso.

Pense verde. Seja Bio.